A internet em seu início (web 1.0) não permitia muita interação do usuário, sendo ele um mero espectador, passivo, sem voz. No entanto, ao longo dos anos, cada vez mais o consumidor/internauta, quer participar, colaborar, ser ouvido.
O diálogo tão solicitado é a característica da web 2.0, uma via de mão dupla em que consumidor/marca trocam informações e estabelecem um vínculo emocional.
Para ilustrar e reforçar essa tendência, há um artigo muito interessante no Instant Grass, blog sulafricano com vários insights, que fala sobre como é a geração digital. De lá retirei as 10 características dessa persona 2.0, a caminho do 3.0 ( co-criação).
- Liberdade - ele pode conseguir qualquer informação na internet;
- Customização - ele quer poder fazer coisas com a sua cara.
- Transparência - ao comprar algo, pergunta para amigos das redes sociais suas opiniões sobre o produto.
- Integridade - a marca deve respeitar para ganhar seu respeito. Não podem esconder nada, porque será encontrado.
- Entretenimento - Podem ficar horas na internet, porque há muitos sites e perfis de amigos para serem vistos.
- Colaboração - Se a marca quer atenção, deve perguntar antes de tentar vender alguma coisa (comunicação permissiva e não interruptiva).
- Velocidade - eu quero as coisas agora. eu odeio esperar.
- Inovação - dispensa explicações.
- FOMO (Fear of Missing Out) - Eu preciso saber o que está acontecendo a todo tempo.
- Gravanity - termo que surgiu no Facebook e é a junção de Graffiti com Vanity (vaidade). É a obsessão que as pessoas têm em mostrar seus nome e gostos para todos, como forma de auto-promoção velada.
Assim, com esse panorama, podemos saber como lidar com esse novo consumidor, que, na verdade, somos nós, geração Y, acostumada a fazer tudoaomesmotempoagora.



















A web 1.0 era bem parecida com os meios tradicionais de comunicação. A 2.0 veio para quebrar isso e transformar o usuário em formador de conteúdo. Resumiu bem o nosso trabalho. Gostei do post, flávia.