É interessante sempre utilisarmos a história para traçar um paralelo das mudanças que ocorrem no mundo, tanto em nível geral como em nível específico. No nosso caso, vamos tratar de comunicação.
Se observarmos algumas peças da década de 80 e 90, e até mais antigas, a mensagem é sempre a mesma: " compre isto, isto é bom e acaba com seus problemas." Algo até meio Tabajara, meio seus problemas acabaram.
Hoje em dia ocorre o advento da comunicação por relacionamento, ou seja, agora você envolve seu consumidor com o produto gerando experiência com a marca e transformando o consumo em algo além da compra. A marca vira uma entidade. Ela ganha vida própria. Claro que, no final das contas, é tudo para aumentar as vendas. Mas envolver o consumidor e fazer parte da vida dele faz, com certeza, mas sentido que ficar guerreando pelo preço mais baixo.
Antigamente, o consumidor não tinha voz. A mensagem era unilateral. O consumidor ouvia e era isso. Nçao tinha poder de defesa. Agora com um simples vídeo no youtube ele impacta sua marca negativamente. O novo meio que surgiu, a internet, é democratizado. Assim, nela, todos são poderosos. Todos tem a oportunidade de se fazer ouvir. Basta sua mensagem ser interessante o suficiente que ela vira hit. Taí o Justin Bieber que não me deixa mentir.
Isso obriga as empresas a se adaptarem, de fato, ao consumidor e não o contrário. Porém, apesar do que possa parecer, isso é bom. Porque a internet é, além de mais barata, mais direta e mais fácil de ser mensurada em termos de resultado. As empresas devem encarar isso positivamente, uma vez que a empresa que se adaptar a isso primeiro tem uma vantagem competitiva gigantesca. Nessa nova ordem que a internet impõe, todos somos receptores e emissores. Acustume-se.


















