Fiquei pensando sobre o post do @1berttu, sobre como não existimos no ônibus.
Esse post levou a um debate sobre como esse tempo pode ser útil tendo um celular com conexão a internet. Porém verdades seja dita, a convergência chegou, mas não de forma congruente para todos.
Fico pensando: mesmo que eu tivesse os melhores aparelhos eu teria medo de usá-los. Ou ter um iPad por exemplo: Para que ter um aparelho que baixa livros para se eu pego ônibus e moro no Rio de Janeiro? Mais barato e mais fácil ler um livro.
Mesmo assim tenho que admitir que o iPad é assustadoramente incrível! Dizem até mesmo que esse produto é mágico!
Vejam esse link do youtube com mágica usando o iPad.



















A discurssão sobre como os novos aparelhos eletrônicos podem transformar nosso cotidiano é a fonte de muitos posts aqui na #comunadigital.
Sobre o IPad e o IPhone eu gostaria de fazer uma referência ao McLuhan, que há mais de 40 anos atrás já comparava os aparelhos eletrônicos a extenssões do corpo humano, especialmente para os membros.
Mas concordo interamente nesta comparação, e posso garantir quem em muitos casos esses novos aparelhos eletônicos estão substituindo outra parte do corpo humano, muito mais importante, a cabeça.
Este é o meu maior medo, de que a inteligência virtual dos nossos super aparelhos desencefalize os seus usuários que permitem tal substituição por pura falta de interesse em pensar sozinho.